quarta-feira, outubro 26, 2005

Pôr do Sol - Mira


De facto, são fascinantes as imagens que o pôr do Sol nos reserva. Todos os dias diferente mas sempre belo.
Este foi na Praia de Mira, depois de mais uma voltinha de bicicleta pela Pista Ciclopedonal. Se gostam de dar umas pedaladas passem por lá!
Fica o link:
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terça-feira, outubro 25, 2005

Com a cabeça nas nuvens


Não são poucas as vezes que damos por nós bem acordados com a cabeça nas nuvens. Mas imaginem que poderíamos estar mesmo muito mais acima das nuvens e olhar cá para baixo.
Sigam o link:
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segunda-feira, outubro 24, 2005

Velha Guarda


Mais uma foto do 1º Passeio TT Serras e Rios de Lafões.

Na pista de trial o velhino Série III do Cavião precisou de uma mãozinha (assim cm todos os outros) mas demonstrou que o Land é sempre uma máquina de confiança e com força até mais não...

Venha o próximo passeio!
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quinta-feira, outubro 20, 2005

Neblina


Esta foi uma das primeiras fotos que tirei com a minha máquina digital.
Foi na subida de Arouca para a aldeia de Albergaria da Serra, na Serra da Freita. Da subida podemos ter uma enorme vista sobre o vale de Arouca, mas naquela manhã estava nevoeiro...... maior foi a vista!
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quarta-feira, outubro 19, 2005

Igreja da Sagrada Família - Barcelona


A Catedral inacadada da Sagrada Família.
Um monumento gigantesco com mais de 100 anos entre os quais mais de metade foram dedicados à sua construção (que continua inacabada).
Possui três fachadas caracterizadas que retratam: O Nascimento de Cristo; Paixão e Morte; e Glória. Daqui erguem-se torres que alcançam os 107 metros de altura e são rendilhadas de pormenores, simbolos religiosos e figuras de animais.....
Obra do emblemático arquitecto Antoni Gaudi.
Foi contratado para a sua construção em 1883 e à medida que ela avançava foi-se tormando mais e mais religioso. A partir de 1910 dedicou a sua vida quase exclusivamente à construção da Igreja, tendo mesmo passado a residir nos estaleiros da obra. Contudo a sua glória foi a sua desgraça... A 10 de Junho de 1926, com 75 anos, foi atropelado por um trolley-car e não resistiu aos ferimentos.
Fica uma imagem da fachada que retrata a Paixão e Morte de Cristo.
Seguem os links:
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terça-feira, outubro 18, 2005

Lua Cheia


Não sei se repararam no céu esta noite, mas estava uma grande lua cheia acompanhada por muitas nuvens. Claro que não deixei escapar e........ mais uma foto!
"Felizmente a noite sai / Ainda bem que há névoa por ai / Estou contente se a luz se esvai / E uma sombra invade este lugar / Se um amanhã perdido for metamorfose de horror / As trevas não vão demorar estou contente se a luz se esvai / Se o céu se fecha sobre nós desprende-se-me uma voz rouca / Se o amanhã perdido for metamorfose de pavor / Directa sim eu declaro morte ao sol / Directa não e a quem o apoiar Ai vêm a luz / Se o céu não fecha já sobre nós / Revela-se esta imagem atroz"
GNR - Morte ao Sol
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segunda-feira, outubro 17, 2005

... tempestade no mar?


Aqui fica um verdadeiro postal da cidade de Aveiro!
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quinta-feira, outubro 13, 2005

Rali Centro de Portugal


Esta foto foi tirada na 1ª etapa do Rali Centro de Portugal (15 a 17 de Setembro de 2005), cujas primeiras 4 classificativas decorreram no concelho da Marinha Grande.
Na foto Paulo Meireles/Miguel Borges em Volkswagen Polo S1600. Foram os sétimos classificados da geral a 00:05,38 do vencedor.
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quarta-feira, outubro 12, 2005

Forte de Santa Catarina


O Forte de Santa Catarina, na Figueira da Foz, foi construído para defesa da barra.

A conclusão da sua construção ocorreu no reinado de D. João IV e, pensa-se que, a sua origem e respectivos alicerces são do tempo de D. João I.

Este foi um ponto de apoio que muito contribuiu para a rápida liquidação da primeira invasão francesa, no nosso país. Na Costa de Lavos operou-se, em 1 de Agosto de 1809, o desembarque das tropas inglesas, em número de 13.000 homens, comandados pelo General Arthur Wellesley, para dar combate às hostes de Napoleão, daqui partindo para mais uma gloriosa ofensiva a reforçar o movimento libertador iniciado anteriormente no País.

Este forte possui um farol, o Farol de Santa Catarina. Foi aqui instalado em 1888, tendo sido desactivado em 1969.

Ficam os links:
www.castelos.com.pt/cbr/fig/scatarina.html
www.marinha.pt/extra/revista/ra_nov2002/pag11.html
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terça-feira, outubro 11, 2005

Farol do Cabo Mondego


Este é o actual Farol do Cabo Mondego.
Está localizado no Parque Florestal da Serra da Boa Viagem.
Em 1916, foi elaborada uma proposta formal de alteração do local de implantação do farol ("Farol Velho"), vindo a ser despachada favoravelmente pelo Ministro da Marinha. Não sendo possível averiguar por forma irrefutável os motivos que levaram a esta decisão, crê-se que interesses relacionados com a Empresa Exploradora das Minas e também por má visibilidade deste farol ("Farol Velho"), levou à construção de outro mais a norte.
A sua construção foi iniciada em 1917 e ficou concluída em 1922.
Situa-se e a uma altitude de 97 m em relação ao nível do mar, e a sua torre tem uma altura de 15 m.
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segunda-feira, outubro 10, 2005

"Farol Velho" - Cabo Mondego


Na Serra da Boa Viagem, mesmo à entrada da Figueira da Foz, encontramos ruínas de um antigo edifício.
Tinha duvidas sobre o que teriam sido estas ruínas! E, numa resposta a um e-mail que enviei para a camâra municipal da Figueira da Foz foram desfeitas todas as minhas dúvidas.
Agradeço à Dra. Sónia Pinto e passo a transcrever a informação que me enviou acerca do edifício - "O Farol Velho".
"O "Farol Velho" existente no Cabo Mondego, construído sob a orientação do engenheiro hidrógrafo Francisco Maria Pereira da Silva.
Constam os relatos que o dia 1 de Agosto de 1865 iluminou os mares do Cabo Mondego, e que o Farol do Cabo Mondego só viria a apagar-se em 1922, quando entrou em funcionamento o actual farol.
Como curiosidade passo a transcrever um artigo escrito no "Almanach da Praia da Figueira" em 1878: " O pharol do Cabo Mondego, que está situado na extrmidade SO da Serra de Buarcos, a 3 milhas ao NNO da barra d'esta vila, principiou a funccionar de 2ª ordem, do systema Fresnel, com candieiro de Carcel, de luz fixa e branca. A sua luz alcança a 20 milhas, em boas condições atmosphericas, e tem o foco elevado a 79 metros sobre o nível medio do oceano. A altura do foco luminoso sobre a base do edifício é de 44,55 metros. A lanterna é composta de um corpo de 7,65 metros com 6 faces de 1,98 de largo, tendo no vértice da cupula, que é de metal, uma chaminé resguardada por um capacete espherico, do centro do qual sae a haste do para-raios...."
Este farol funciounou durante 65 anos até ser substituído pelo actual, dotado de modernos aperfeiçoamentos e situado mais a Norte, o qual se acendeu pela primeira vez em 20 de Novembro de 1922."
Amanhã poderão aqui encontrar o actual farol do Cabo Mondego.
Fica o link:
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sexta-feira, outubro 07, 2005

Pôr do Sol em S. Pedro de Moel V


Chega assim o fim do dia... com o Sol a esconder-se no infinito e o céu azul a tomar tons mais escuros!
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quinta-feira, outubro 06, 2005

Pôr do Sol em S. Pedro de Moel IV


"...
Adoro ver a praia dourada
O estranho brilho da areia molhada
..."

Xutos e Pontapés - 1º de Agosto
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terça-feira, outubro 04, 2005

Pôr do Sol em S. Pedro de Moel III


"Ai, eu já tentei,
Mandar pintar o céu em tons de azul,
Para ser original.
Mas só depois notei,
Azul já ele era houve alguém,
Que teve ideia igual.

Eu não sei se hei-de fugir ou morder o anzol.
Já não há, nada de novo aqui, debaixo do sol.

Já me persegui,
Por becos e ruelas de horror,
Caminhos sem saída.
Até que me perdi,
Sozinho sem saber,
De que cor pintar a minha vida."

O anzol - Rádio Macau
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Pôr do Sol em S. Pedro de Moel II


Lá atrás o sol tenta-se esconder, entre as ondas e as rochas...
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segunda-feira, outubro 03, 2005

Pôr do Sol em S. Pedro de Moel I


Esta semana vai ser dedicada a um final de tarde numa das praias de S. Pedro de Moel.
Um cenário deslumbrante numa praia quase deserta! Apenas o barulho das ondas ao quebrarem nas rochas e, muito raramente, o falar de dois pescadores que me faziam companhia com o seu fiel amigo.
E foi assim até escurecer...
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sexta-feira, setembro 30, 2005

Farol do Penedo da Saudade


Antes da existência dos faróis, eram acendidas fogueiras junto ao mar para avisar as embarcações da sua proximidade com a costa.
Num levantamento de 1866, o capitão de fragata Francisco Maria Pereira da Silva (Inspector de Faróis) antevia a necessidade da construção de um farol nas proximidades do local onde hoje se encontra o Farol do Penedo da Saudade.
Porém só em 1902 veio a ser decidido o local exacto da sua construção, e esta só se iniciou em 1909. Três anos volvidos (mais precisamente a 15 de Fevereiro de 1912) o farol entrou em funcionamento.
A sua torre mede 32 metros de altura e a sua altitude é de 52 metros em relação ao nível do mar.
Se passarem por São Pedro de Moel aproveitem para visitar este farol.
Ficam os links:
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quinta-feira, setembro 29, 2005

Penedo da Saudade


Lenda do Penedo da Saudade

"Segundo reza a lenda os duques de Caminha: D. Miguel Luís de Meneses e sua esposa D. Juliana formavam um feliz casal que vivia uma vida muito recatada no seu palácio, afastado do bulício e das intrigas da Corte e da política bem efervescente naquele ano de 1641.
Mas... certo dia foram surpreendidos por um dos seus criados que anunciou a chegada do senhor Marquês de Vila Real, pai de D. Miguel de Meneses.
D. Juliana teve logo o presságio de que algo de grave se tratava, dado que se levantou empalidecida. Em vão, seu esposo, D. Miguel, tentava acalmar a sua amantíssima esposa. Entretanto, mandou entrar seu pai.
Não obstante o desejo do Marquês falar a sós com seu filho, este insistiu para que a esposa ficasse presente.
«Seja!» - concordou por fim o Marquês de Vila real. O seu aspecto era grave o que deixou o casal ainda mais inquieto. D. Miguel quis saber da visita de seu pai: «O que se passa, senhor meu pai?...»
Este encarou bem de frente o filho e retorquiu-lhe: «Senhor Duque de Caminha e meu filho, chegou a hora de el-rei D. João IV pagar a sua tirania! A conspiração está organizada e dela fazem parte o arcebispo-primaz, o Conde de Armamar, D. Agostinho de Vasconcelos, eu e vós!».
Muito surpreendido, D. Miguel que não havia sido anteriormente consultado, tentou não fazer parte da conjura: «Não meu pai! ... Não fui consultado nem farei parte de tal conjura! ...considero loucura o que ides fazer! ...quereis que a nossa pátria perca de novo a independência?».
O velho fidalgo quase que fuzilou o filho com o olhar: «E se vos der uma ordem?... não deveis trair-nos!». Houve um silencio trágico. O marquês rompeu-o: «Então? Que dizeis á ordem que acabo de transmitir-vos?». D. Juliana assistia atónita e horrorizada ao diálogo trágico travado entre seu sogro e o seu marido.
Cabisbaixo e bastante consternado, D. Miguel, não tendo outra alternativa respondeu: «Só me resta cumpri-la».
Perante a louca decisão de seu amado esposo, D. Juliana caiu desmaiada num canapé, onde, momentos antes, partilhara as carícias do seu esposo que tanto amava.
Gorada a conjura, feitos prisioneiros todos os conjurados, entre os quais estava o Duque de Caminha, seriam encarcerados na fortaleza de S. Vicente de Belém (Torre de Belém - Lisboa).
Aí, no silêncio da noite, estendido nas palhas putrefactas do cárcere, D. Miguel tomou noção da sua fraqueza em ter acedido às ordens de seu pai! Tomou então a decisão de escrever a el-rei pedindo-lhe perdão: «Senhor meu Rei: Pedir perdão de um crime que não cometi é bem mais doloroso e cruel do que me sentir culpado. Mas, Senhor, de um só delito posso e devo ser acusado: não denunciei meu próprio pai. Procedi com deslealdade para com o meu Rei... mas que espécie de coração seria o meu, se fosse denunciar aquele que me deu a vida? Não quero ser tido como traidor para com o meu Rei. Mas também não poderia ter sido parricida! Que a vossa magnanimidade possa compreender a minha angustiosa situação, é tudo quanto vos peço e espero de Vós, da vossa misericordiosa bondade.»
Recebeu o rei a carta de D. Miguel. Leu-a atentamente. Mas sabia que não poderia fraquejar numa altura em que o seu trono não estava ainda bem alicerçado. O perdão não foi concedido.
Foi a vez de D. Juliana Maria, duquesa de Caminha, ir lançar-se aos pés do rei de Portugal. Vestiu-se com simplicidade e sem joias. Levava o rosto molhado de lágrimas e a sua voz era dramaticamente suplicante: « Senhor! Senhor meu rei! Se tendes coração, escutai os rogos desta pobre mulher que vedes a vossos pés! Juro-vos, Senhor, que o meu marido está inocente! Assisti á conversa do marquês de Vila Real com o duque. Sei como ele lutou para não pertencer ao grupo dos que estão condenados. Lutou até ao último momento. Mas a vontade do pai foi mais forte. Senhor, libertai-o! Servir-vos-á com fidelidade, juro-vos! E a felicidade voltará de novo ao meu lar agora desfeito!»
Por momentos o rosto do rei tomou uma expressão menos dura. Dir-se-ia que ia ceder. Mas, na realidade, o facto teria que ser tomado como lição. D. Miguel de Meneses subiu ao cadafalso e com a morte pagou a fidelidade que o ligava a seu pai.
Inocente?... Culpado?... a decisão fora sua!
Para o povo, ele estaria inocente e pagou pelo crime do pai.
Refugiada em S. Pedro de Moel, a jovem viúva, ia todos os dias chorar as suas desgraças num penedo solitário. Ela e o mar! Ela na grandeza da sua dor, perante a imensidade das águas oceânicas! Os seu soluços e as ondas marulhando formavam uma orquestra. Falava sozinha, por vezes. E a brisa levava ao infinito as suas lamentações: «Miguel, meu amor, nunca mais vos verei! Como posso viver sem vós, meu querido esposo? Como não me faz estoirar o coração esta saudade que me sufoca?...»
E era assim, muitas vezes, a balada dolente, a trágica canção de saudade que o mar acompanhava.
Perante tamanha dor, o povo de S. Pedro de Moel, passou a chamar àquele rochedo, o Penedo da Saudade.
Há quem afirme ainda que, ao escutar nesse rochedo os murmúrios do mar, pode distinguir também, como em eco, as lamentações da duquesa de Caminha..."
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quarta-feira, setembro 28, 2005

Azul Cinzento


"Os pés na terra e a cabeça nas nuvens!"
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terça-feira, setembro 27, 2005

De volta à Mizarela


Depois de ter visto todo o negro cinza que o fogo espalhou pela Freita, nada como uma descida até às profundezas da Frecha da Mizarela para despertar o ânimo.

Fui acompanhado por dois grandes aventureiros e foi espectacular voltar lá abaixo.

Como podem comparar, entre este post e outro que tenho da Frecha (com o título Imponência), a água que por aqui corre é pouquinha. Mas isso permitiu-nos, com algumas acrobacias à mistura, estar mesmo por baixo dos 60 / 70 metros de altura desta queda de água. Que tarde magnífica!!!!

Beijinho à minha Mioseira companheira de todas as aventuras;
Abraço gand ao nosso migalhaço Xu (um verdadeiro Aventureiro)!

Visitem os blogs deles:
www.aldeiasperdidas.blogspot.com
www.photoblog.net/xudefender
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