terça-feira, outubro 11, 2005

Farol do Cabo Mondego


Este é o actual Farol do Cabo Mondego.
Está localizado no Parque Florestal da Serra da Boa Viagem.
Em 1916, foi elaborada uma proposta formal de alteração do local de implantação do farol ("Farol Velho"), vindo a ser despachada favoravelmente pelo Ministro da Marinha. Não sendo possível averiguar por forma irrefutável os motivos que levaram a esta decisão, crê-se que interesses relacionados com a Empresa Exploradora das Minas e também por má visibilidade deste farol ("Farol Velho"), levou à construção de outro mais a norte.
A sua construção foi iniciada em 1917 e ficou concluída em 1922.
Situa-se e a uma altitude de 97 m em relação ao nível do mar, e a sua torre tem uma altura de 15 m.
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segunda-feira, outubro 10, 2005

"Farol Velho" - Cabo Mondego


Na Serra da Boa Viagem, mesmo à entrada da Figueira da Foz, encontramos ruínas de um antigo edifício.
Tinha duvidas sobre o que teriam sido estas ruínas! E, numa resposta a um e-mail que enviei para a camâra municipal da Figueira da Foz foram desfeitas todas as minhas dúvidas.
Agradeço à Dra. Sónia Pinto e passo a transcrever a informação que me enviou acerca do edifício - "O Farol Velho".
"O "Farol Velho" existente no Cabo Mondego, construído sob a orientação do engenheiro hidrógrafo Francisco Maria Pereira da Silva.
Constam os relatos que o dia 1 de Agosto de 1865 iluminou os mares do Cabo Mondego, e que o Farol do Cabo Mondego só viria a apagar-se em 1922, quando entrou em funcionamento o actual farol.
Como curiosidade passo a transcrever um artigo escrito no "Almanach da Praia da Figueira" em 1878: " O pharol do Cabo Mondego, que está situado na extrmidade SO da Serra de Buarcos, a 3 milhas ao NNO da barra d'esta vila, principiou a funccionar de 2ª ordem, do systema Fresnel, com candieiro de Carcel, de luz fixa e branca. A sua luz alcança a 20 milhas, em boas condições atmosphericas, e tem o foco elevado a 79 metros sobre o nível medio do oceano. A altura do foco luminoso sobre a base do edifício é de 44,55 metros. A lanterna é composta de um corpo de 7,65 metros com 6 faces de 1,98 de largo, tendo no vértice da cupula, que é de metal, uma chaminé resguardada por um capacete espherico, do centro do qual sae a haste do para-raios...."
Este farol funciounou durante 65 anos até ser substituído pelo actual, dotado de modernos aperfeiçoamentos e situado mais a Norte, o qual se acendeu pela primeira vez em 20 de Novembro de 1922."
Amanhã poderão aqui encontrar o actual farol do Cabo Mondego.
Fica o link:
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sexta-feira, outubro 07, 2005

Pôr do Sol em S. Pedro de Moel V


Chega assim o fim do dia... com o Sol a esconder-se no infinito e o céu azul a tomar tons mais escuros!
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quinta-feira, outubro 06, 2005

Pôr do Sol em S. Pedro de Moel IV


"...
Adoro ver a praia dourada
O estranho brilho da areia molhada
..."

Xutos e Pontapés - 1º de Agosto
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terça-feira, outubro 04, 2005

Pôr do Sol em S. Pedro de Moel III


"Ai, eu já tentei,
Mandar pintar o céu em tons de azul,
Para ser original.
Mas só depois notei,
Azul já ele era houve alguém,
Que teve ideia igual.

Eu não sei se hei-de fugir ou morder o anzol.
Já não há, nada de novo aqui, debaixo do sol.

Já me persegui,
Por becos e ruelas de horror,
Caminhos sem saída.
Até que me perdi,
Sozinho sem saber,
De que cor pintar a minha vida."

O anzol - Rádio Macau
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Pôr do Sol em S. Pedro de Moel II


Lá atrás o sol tenta-se esconder, entre as ondas e as rochas...
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segunda-feira, outubro 03, 2005

Pôr do Sol em S. Pedro de Moel I


Esta semana vai ser dedicada a um final de tarde numa das praias de S. Pedro de Moel.
Um cenário deslumbrante numa praia quase deserta! Apenas o barulho das ondas ao quebrarem nas rochas e, muito raramente, o falar de dois pescadores que me faziam companhia com o seu fiel amigo.
E foi assim até escurecer...
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sexta-feira, setembro 30, 2005

Farol do Penedo da Saudade


Antes da existência dos faróis, eram acendidas fogueiras junto ao mar para avisar as embarcações da sua proximidade com a costa.
Num levantamento de 1866, o capitão de fragata Francisco Maria Pereira da Silva (Inspector de Faróis) antevia a necessidade da construção de um farol nas proximidades do local onde hoje se encontra o Farol do Penedo da Saudade.
Porém só em 1902 veio a ser decidido o local exacto da sua construção, e esta só se iniciou em 1909. Três anos volvidos (mais precisamente a 15 de Fevereiro de 1912) o farol entrou em funcionamento.
A sua torre mede 32 metros de altura e a sua altitude é de 52 metros em relação ao nível do mar.
Se passarem por São Pedro de Moel aproveitem para visitar este farol.
Ficam os links:
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quinta-feira, setembro 29, 2005

Penedo da Saudade


Lenda do Penedo da Saudade

"Segundo reza a lenda os duques de Caminha: D. Miguel Luís de Meneses e sua esposa D. Juliana formavam um feliz casal que vivia uma vida muito recatada no seu palácio, afastado do bulício e das intrigas da Corte e da política bem efervescente naquele ano de 1641.
Mas... certo dia foram surpreendidos por um dos seus criados que anunciou a chegada do senhor Marquês de Vila Real, pai de D. Miguel de Meneses.
D. Juliana teve logo o presságio de que algo de grave se tratava, dado que se levantou empalidecida. Em vão, seu esposo, D. Miguel, tentava acalmar a sua amantíssima esposa. Entretanto, mandou entrar seu pai.
Não obstante o desejo do Marquês falar a sós com seu filho, este insistiu para que a esposa ficasse presente.
«Seja!» - concordou por fim o Marquês de Vila real. O seu aspecto era grave o que deixou o casal ainda mais inquieto. D. Miguel quis saber da visita de seu pai: «O que se passa, senhor meu pai?...»
Este encarou bem de frente o filho e retorquiu-lhe: «Senhor Duque de Caminha e meu filho, chegou a hora de el-rei D. João IV pagar a sua tirania! A conspiração está organizada e dela fazem parte o arcebispo-primaz, o Conde de Armamar, D. Agostinho de Vasconcelos, eu e vós!».
Muito surpreendido, D. Miguel que não havia sido anteriormente consultado, tentou não fazer parte da conjura: «Não meu pai! ... Não fui consultado nem farei parte de tal conjura! ...considero loucura o que ides fazer! ...quereis que a nossa pátria perca de novo a independência?».
O velho fidalgo quase que fuzilou o filho com o olhar: «E se vos der uma ordem?... não deveis trair-nos!». Houve um silencio trágico. O marquês rompeu-o: «Então? Que dizeis á ordem que acabo de transmitir-vos?». D. Juliana assistia atónita e horrorizada ao diálogo trágico travado entre seu sogro e o seu marido.
Cabisbaixo e bastante consternado, D. Miguel, não tendo outra alternativa respondeu: «Só me resta cumpri-la».
Perante a louca decisão de seu amado esposo, D. Juliana caiu desmaiada num canapé, onde, momentos antes, partilhara as carícias do seu esposo que tanto amava.
Gorada a conjura, feitos prisioneiros todos os conjurados, entre os quais estava o Duque de Caminha, seriam encarcerados na fortaleza de S. Vicente de Belém (Torre de Belém - Lisboa).
Aí, no silêncio da noite, estendido nas palhas putrefactas do cárcere, D. Miguel tomou noção da sua fraqueza em ter acedido às ordens de seu pai! Tomou então a decisão de escrever a el-rei pedindo-lhe perdão: «Senhor meu Rei: Pedir perdão de um crime que não cometi é bem mais doloroso e cruel do que me sentir culpado. Mas, Senhor, de um só delito posso e devo ser acusado: não denunciei meu próprio pai. Procedi com deslealdade para com o meu Rei... mas que espécie de coração seria o meu, se fosse denunciar aquele que me deu a vida? Não quero ser tido como traidor para com o meu Rei. Mas também não poderia ter sido parricida! Que a vossa magnanimidade possa compreender a minha angustiosa situação, é tudo quanto vos peço e espero de Vós, da vossa misericordiosa bondade.»
Recebeu o rei a carta de D. Miguel. Leu-a atentamente. Mas sabia que não poderia fraquejar numa altura em que o seu trono não estava ainda bem alicerçado. O perdão não foi concedido.
Foi a vez de D. Juliana Maria, duquesa de Caminha, ir lançar-se aos pés do rei de Portugal. Vestiu-se com simplicidade e sem joias. Levava o rosto molhado de lágrimas e a sua voz era dramaticamente suplicante: « Senhor! Senhor meu rei! Se tendes coração, escutai os rogos desta pobre mulher que vedes a vossos pés! Juro-vos, Senhor, que o meu marido está inocente! Assisti á conversa do marquês de Vila Real com o duque. Sei como ele lutou para não pertencer ao grupo dos que estão condenados. Lutou até ao último momento. Mas a vontade do pai foi mais forte. Senhor, libertai-o! Servir-vos-á com fidelidade, juro-vos! E a felicidade voltará de novo ao meu lar agora desfeito!»
Por momentos o rosto do rei tomou uma expressão menos dura. Dir-se-ia que ia ceder. Mas, na realidade, o facto teria que ser tomado como lição. D. Miguel de Meneses subiu ao cadafalso e com a morte pagou a fidelidade que o ligava a seu pai.
Inocente?... Culpado?... a decisão fora sua!
Para o povo, ele estaria inocente e pagou pelo crime do pai.
Refugiada em S. Pedro de Moel, a jovem viúva, ia todos os dias chorar as suas desgraças num penedo solitário. Ela e o mar! Ela na grandeza da sua dor, perante a imensidade das águas oceânicas! Os seu soluços e as ondas marulhando formavam uma orquestra. Falava sozinha, por vezes. E a brisa levava ao infinito as suas lamentações: «Miguel, meu amor, nunca mais vos verei! Como posso viver sem vós, meu querido esposo? Como não me faz estoirar o coração esta saudade que me sufoca?...»
E era assim, muitas vezes, a balada dolente, a trágica canção de saudade que o mar acompanhava.
Perante tamanha dor, o povo de S. Pedro de Moel, passou a chamar àquele rochedo, o Penedo da Saudade.
Há quem afirme ainda que, ao escutar nesse rochedo os murmúrios do mar, pode distinguir também, como em eco, as lamentações da duquesa de Caminha..."
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quarta-feira, setembro 28, 2005

Azul Cinzento


"Os pés na terra e a cabeça nas nuvens!"
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terça-feira, setembro 27, 2005

De volta à Mizarela


Depois de ter visto todo o negro cinza que o fogo espalhou pela Freita, nada como uma descida até às profundezas da Frecha da Mizarela para despertar o ânimo.

Fui acompanhado por dois grandes aventureiros e foi espectacular voltar lá abaixo.

Como podem comparar, entre este post e outro que tenho da Frecha (com o título Imponência), a água que por aqui corre é pouquinha. Mas isso permitiu-nos, com algumas acrobacias à mistura, estar mesmo por baixo dos 60 / 70 metros de altura desta queda de água. Que tarde magnífica!!!!

Beijinho à minha Mioseira companheira de todas as aventuras;
Abraço gand ao nosso migalhaço Xu (um verdadeiro Aventureiro)!

Visitem os blogs deles:
www.aldeiasperdidas.blogspot.com
www.photoblog.net/xudefender
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segunda-feira, setembro 26, 2005

A Janela


Foi este o cenário que encontrei no meu regresso à Serra da Freita. O fogo deixou um cenário negro, de destruição!
Esta janela é o pouco que resta de um pequeno aglomerado (de 6 / 7 casas) que o fogo destruiu... Agorá só existem as paredes grossas de pedra que ainda não ruíram. Não há telhados, não há soalho, não há mais nada a não ser um monte de escombros e de recordações que alguém guardará. Recordações de ver daqui o Sol a esconder-se atrás da montanha, de ver o verde da floresta e de sentir o cheiro que não o da cinza!
O Blog Aldeias Perdidas está com nova cara e mostra-vos muito mais acerca do que foi e do como está agora a Serra da Freita. Toca a visitar:
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quinta-feira, setembro 08, 2005

Templo das Siglas


A Igreja de Santa Maria da Ermida de Riba Paiva, fica situada no conselho de Castro Daire.
É uma igreja de estilo românico, datada da 2ª metade do Séc. XII, e está catalogada como Monumento Nacional. Aqui existiu em tempos um mosteiro que foi fundado pelo monge e poeta, D. Roberto!
É também chamada de Templo das Siglas porque, no exterior, todas as suas paredes estão cobertas com sinais talhados na pedra.
Vale bem a pena visitar!
Fica o link:
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quarta-feira, setembro 07, 2005

Ponte de Manhouce


Desde que conheci esta aldeia já lá voltei umas 3 ou 4 vezes. É uma zona lindíssima e com pontos de enorme interesse!
Esta é a Ponte de Manhouce uma construção que foi sobrelevada, construída sobre pré-existência romana.
A sua origem remonta aos Séc. 2 a.C. / 1 d.C., quando teráo sido fundadas as prováveis balizas cronológicas da construção da primitiva Ponte de Manhouce integrada na Estrada Imperial, denominada Via Cale, que ligava Emerita Augusta (Mérida) a Bracara (Braga), passando por Viseu.
Mais tarde, a 27 de Abril de 1689, Manuel Álvares da Cunha arrematara, em Viseu, a construção de três pontes, por 890$000. Duas em Manhouce e outra em Trapa.
No séc. 19 a estrada ainda era utilizada por almocreves e gado bovino, considerada a principal via de acesso do interior ao Porto, conhecida por Estrada dos Almocreves ou Estrada do Peixe.
Já em 1975 a Ponte foi mutilada e carregada com 2m de aterro e pedras para a nivelar relativamente à estrada.
Dá que pensar; quantas vezes passamos por estes monumentos e não temos nenhuma noção da sua importância histórica. Posted by Picasa

quinta-feira, setembro 01, 2005

Regoufe


Este é um dos lugares mais emblemáticos da Serra da Freita.

De Arouca dirijam-se a Regoufe e comecem por visitar a antiga exploração mineira de volfrâmio. O antigo complexo mineiro foi explorado pelos ingleses durante a 1ª GGM, agora restam as ruínas e ainda alguma (pouca) maquinaria.

Depois dirijam-se ao café da Tia Ilda e abasteçam para um dos percursos pedestres:
- o PR 14 "A Aldeia Mágica" liga Regoufe à aldeia de Drave;
- o PR 13 "Na Senda do Paivó" liga Regoufe a Covêlo de Paivó.

No começo desses percursos passarão pela Capela de Santo Amaro e depois vão adorar qualquer um dos percursos.

Fica o link:
www.aldeiasperdidas.blogspot.com
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quarta-feira, agosto 31, 2005

Gotas de Orvalho


Um pequeno apontamento de uma destas manhãs!!!
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terça-feira, agosto 30, 2005

Mioseiros


Ora cá fica mais uma foto com a minha Mioseira! Esta foi num Passeio TT em Vouzela no qual participamos.
Aninha beijoca enorme!!!! Posted by Picasa

segunda-feira, agosto 29, 2005

Água


Por estes lados ainda não sentimos muito na pele o efeito da grave seca que afecta o nosso país, mas é melhor que nos consciencializemos que um dia destes (caso não tomemos cuidado e continuemos a esbanjar este precioso bem) será muito difícil termos água para beber.

Ficam os links:
http://www.inag.pt/
http://museudaagua.epal.pt/
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terça-feira, agosto 23, 2005

Cabreia


Cá está mais um dos postais de visita de Sever do Vouga, a Cascata da Cabreia!
Na freguesia de Silva Escura as águas do rio Mau precipitam-se a uma altura de 20 metros. Águas limpas e frescas que convidam a entrar numa das suas pequeninas lagoas.
Fica o link:
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segunda-feira, agosto 22, 2005

"Um pequeno passo para o Homem..."


Apesar de o Homem já ter pisado a Lua ela continua a brilhar.

Será que um dia teremos que deixar o planeta azul?! Será a Lua o nosso destino?!

Em cada dia que passa os recursos naturais do nosso planeta são mais escassos e o seu desgaste sustentável é cada vez mais uma visão utópica...................

Fica o link:
www.moon.google.com
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sexta-feira, agosto 19, 2005

Sem descanso


Ontém o fogo voltou a visitar Sever do Vouga. Em 5 minutos as lavaredas tomaram conta da serra (e que lavaredas) e ameaçaram uma zona industrial. Mas, felizmente, os bombeiros com a ajuda dos meios aéreos dominaram e extinguiram as chamas.
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quinta-feira, agosto 18, 2005

Salinas


O mais antigo documento conhecido sobre o sal português data do ano de 959. Neste refere-se, precisamente, uma doação de terras e marinhas de sal, feita para os lados de Aveiro, pela condessa Mumadona, ao mosteiro de São Salvador, em Guimarães.
Ainda hoje Aveiro é conhecida pelas suas vastas áreas de salinas, uma das imagens de marca da região. E, é ainda possível, durante os meses de Verão, observar o trabalho dos marnotos juntando o sal em montinhos para depois os transformarem em pirâmides.
Mas se quiserem observar este trabalho mais de perto, nada como uma visita ao Ecomuseu da Troncalhada.
Aqui fica o link:
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quarta-feira, agosto 17, 2005

Mais um dia


Será que lá longe ainda o céu é
Azul,
Ou já o negro cinzento confunde
Norte com Sul.

(Pedro Abrunhosa)Posted by Picasa

sexta-feira, agosto 05, 2005

Fogo


Hoje acordei da maneira que menos esperava acordar este Verão.

A sirene dos Bombeiros ecoava por toda a vila e saí para a varanda de casa. Do outro lado uma nuvem de fumo começava a erguer-se e era o sinal de que o inferno estva a chegar a Sever. Tirei esta fotografia às 12h30, no Centro Cívico de Sever do Vouga. O heli aproveitou o lago para captar água mas............. são 14h30 e o fogo continua!!!
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quarta-feira, agosto 03, 2005

No Limite


Se seguirem de Sever do Vouga (freguesia de Couto de Esteves) em direcção a S. Pedro do Sul pela EN227, vão encontrar no limite dos dois concelhos um local de sonho para uns dias de férias. E sempre que o calor apertar as águas puras do Rio Teixeira estão mesmo ao lado!!!
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