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O meu último reflexo foi tirado na Praia de Mira, na Vala da Cana.
Como há pessoal a queixar-se que tem de virar o ecran do PC ao contrário para ver os meus últimos posts... :)))
Um bom fim-de-semana a todos
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O Moliceiro, barco típico da Ria de Aveiro, é uma embarcação de descendência fenícia.
As suas típicas pinturas, à proa e à ré, sempre muito coloridas e com temas populares, fazem desta embarcação um verdadeiro ex-libris da Ria.
Destinado à colheita e transporte do moliço (vegetação aquática), servia também para transporte de pessoas, carga e gado. Hoje em dia é rara a recolha do moliço, e o transporte de mercadorias nestas embarcações. Mas, é possível um belo passeio pelas águas tranquilas da Ria a bordo de um Moliceiro.
Fica o link:
O Cais dos Botirões, junto à Praça do Peixe em Aveiro.
A Ria de Aveiro estende-se em canais por toda a cidade e dá-nos imagens únicas, ligando a água, os moliceiros e as construções.
Ruas estreitinhas com as suas capelinhas e igrejas, pequenas casas caiadas ou revestidas a azulejos mostrando traços do estilo arquitectónico e decorativo Arte Nova.
Entrem no link e descubram aveiro pela fotografia:
http://www.av.it.pt/aveirocidade/
O local das Portas de Montemuro encontra-se no topo da Serra do Montemuro. O seu nome terá surgido pela primeira vez no foral da vila de Bustelo (concedido no sec. XIII). Era um dos locais mais assinalados pela passagem de rebanhos transumantes da Serra da Estrela e já os pastores lhe chamavam de Muro das Portas ou simplesmente Muro. Contudo a sua história remonta a tempos bem anteriores. Diz-se que as muralhas das Portas de Montemuro são vestígios de um povoado fortificado que da Idade do Ferro, inserido na cultura castreja. Este povoado terá sido posteriormente reutilizado durante o Período Romano, e mais tarde, já em plena Reconquista pelas forças de D. Afonso Henriques. A construção de uma capela nas proximidades da muralha revela uma apropriação de um lugar anteriormente sacralizado, como se se pretendesse sobrepor a anteriores convicções e rituais pagãos (que priviligeavam lugares isolados e de altura). baseado em informação do site do IPPAR Fica o link: http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=73826 |
A Gralheira localiza-se na Serra do Montemuro, nos limites do Concelho de Cinfães. Muitos consideram esta aldeia "A Princesa da Serra"! Aqui existem sítios onde ainda se vêem casas de pedra cobertas de colmo. Contudo a minha passagem por esta aldeia foi breve e com o frio que estava não tirei muitas fotos. Mas já descobri um roteiro de alguns locais a visitar quando aqui voltar: as sepulturas escavadas na rocha, a Capela do Senhor da Boa Morte, o Penedo da Saúde, o Cruzeiro, o Castro de Aguiar e os Moinhos de Água Comunitários. Fica o link: |
Esta foto foi de um dia de Inverno que passei na Serra de Montemuro no início deste ano. Tal como todas as nossas Serras esconde dentro de si aldeias, mitos e histórias. Esta Serra é conhecida por ser uma das últimas rotas da Transumância em Portugal. Este era um movimento sazonal que os pastores faziam com os seus rebanhos abandonando o território onde habitavam para apascentar durante uma temporada em solos de regiões com diferentes condições orográficas e climáticas. Em Portugal, a Transumância conheceu, em tempos recuados, certa pujança. No Verão, praticava-se das terras baixas da bacia do Mondego para as serras da Estrela e de Montemuro. No Inverno, fazia-se das terras altas da Estrela e de Montemuro para regiões mais quentes. |